[REAG] Retrospectiva Econômica 2016

A economia brasileira deve amargar em 2016 o segundo pior desempenho em 25 anos, desde 1990, ano do confisco da poupança e do Plano Collor. O PIB deve recuar 3,5% neste ano, após registrar perda de 3,8% no ano anterior.
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Agenda Econômica Semanal – 26 de dezembro de 2016 a 1o de janeiro de 2017

Última semana do ano traz indicadores do mercado de trabalho

Nesta semana teremos como estaque indicadores do mercado de trabalho. A taxa de desemprego (Pnad) de novembro (quinta-feira) deve aumentar de 11,8% para 11,9%, refletindo a atividade fraca e os planos de demissão e aposentaria voluntária anunciados recentemente por grandes empresas. Na quarta, o Ministério do Trabalho e Emprego deve mostrar a geração de vagas formais (CAGED) em novembro. As sondagens da FGV de dezembro sobre a confiança da indústria (segunda-feira) e de serviços (terça-feira) serão divulgadas no decorrer da próxima semana. Acreditamos que, na linha de dados já divulgados, teremos recuo relevante destes indicadores. Continuar lendo Agenda Econômica Semanal – 26 de dezembro de 2016 a 1o de janeiro de 2017

Após RTI, abre-se possibilidade de corte de 75 pontos-base na Selic em fevereiro

O Banco Central pode ampliar a magnitude do corte na Selic nas próximas duas reuniões do Copom, embasado em um cenário mais benigno para a inflação, apesar de admitir que o nível de atividade se manterá reprimido. Esta é a nossa leitura após a divulgação, ontem, do Relatório de Inflação (RTI) do 3º trimestre de 2016. A REAG projeta que a autoridade monetária subirá o ritmo de redução de juros, dos atuais 25 pontos-base para 50 pontos-base em janeiro e já admite a possiblidade de redução de 75 pontos-base em fevereiro, apesar de manter em seu cenário-base a aposta de menos 50 pontos no segundo corte do ano que vem. Continuar lendo Após RTI, abre-se possibilidade de corte de 75 pontos-base na Selic em fevereiro

Agenda Econômica Semanal – 19 a 25 de dezembro

Relatório de Inflação e medidas para crédito estão na agenda desta semana

A agenda econômica desta semana tem como destaque o Relatório Trimestral de Inflação (quinta-feira). O documento do Banco Central deverá sinalizar a velocidade dos futuros cortes na taxa de juros, podendo incorporar em suas análises as surpresas baixistas com a inflação e a expectativa de recuperação mais gradual da atividade econômica. Acreditamos que o Copom optará por uma redução de 0,50 p.p. da Selic na reunião de janeiro. Na quarta-feira, o IBGE divulgará o resultado do IPCA-15 de dezembro, para o qual projetamos alta de 0,30%, ainda refletindo menor pressão dos preços de alimentação. Também merece atenção a nota do setor externo referente a novembro (terça-feira), que deverá mostrar déficit em conta corrente de US$ 200 milhões e Investimento Direto no País positivo em US$ 6,2 bilhões. A agenda semanal também contará com a divulgação da nota de crédito do mês passado (sexta-feira) e os resultados da arrecadação federal e do emprego formal do Caged, ambos referentes a novembro, em data ainda não definida. Destacamos também que amanhã o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, deve anunciar medidas para a área de crédito. Continuar lendo Agenda Econômica Semanal – 19 a 25 de dezembro

REAG Investimentos automatiza seus processos com as soluções TOTVS

Assista no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=1i4mlma3-s0

A REAG Investimentos aumentou em 60% o número de carteiras com a utilização das soluções TOTVS e possui sob sua gestão atualmente 40 fundos e 1,8 bilhão em patrimônios. Com o uso do Amplis, conseguiu automatizar seus processos e gerar informações em tempo real para seus clientes. Além disso, estão em processo de implantação das funcionalidade de Gestão de Documentos e Workflow do fluig. TOTVS. Juntos, fazemos melhor. Continuar lendo REAG Investimentos automatiza seus processos com as soluções TOTVS

Atividade econômica registra novas perdas em outubro: -5,28% YoY e -0,48% MoM

O índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-BR) recuou 5,28% em outubro frente ao mesmo mês do ano anterior, configurando a 19ª queda consecutiva nessa comparação. Na passagem de setembro para outubro (no conceito dessazonalizado), o indicador registrou queda de 0,48%. A perda global em outubro veio basicamente por conta das desacelerações registradas na produção industrial (-7,3% YoY e de -1,1% MoM), no varejo ampliado (-10,0% YoY e -0,4% MoM) e no setor de serviços (-7,6% YoY e -2,4% MoM). Nossa expectativa para o 4º trimestre deste ano é de que o indicador venha com perdas menores relativamente ao 3T16. Para novembro nossa estimativa preliminar é de que o IBC-BR apresenta queda de 2,8% na análise interanual. Continuar lendo Atividade econômica registra novas perdas em outubro: -5,28% YoY e -0,48% MoM

FED sinaliza possibilidade de acelerar ritmo de alta nos juros

O banco central norte-americano (o FED) decidiu elevar a sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para no intervalo de 0,5% a 0,75% ao ano. A decisão, unânime, veio em linha com a expectativa da REAG e com a expectativa amplamente anunciada pelos mercados. Essa foi apenas a segunda alta em dez anos – a outra foi em dezembro de 2015. A taxa – equivalente à Selic brasileira e referência para a remuneração dos títulos públicos dos EUA – passou da banda de 0,25% a 0,5% para o patamar de 0,5% a 0,75%. Em seu comunicado, o Fed sinalizou um ritmo mais acelerado de alta para 2017, fato que pode a elevar a cotação do dólar frente a moedas domésticas como o real. Continuar lendo FED sinaliza possibilidade de acelerar ritmo de alta nos juros

Se PEC do Teto é uma vitória política para Temer, para a economia é uma “camisa de força”

Se a aprovação da PEC do Teto é uma vitória pessoal do governo Michel Temer frente à crise política, no que diz respeito à recessão a medida é uma “camisa de força” que deve comprometer a flexibilidade exigida à ao país para voltar a crescer e se moldar às mudanças impostas pela economia mundial. De fato, a adoção de políticas fiscais de controle às contas públicas é fundamental a qualquer economia, a qual sinaliza o comprometimento do país com o crescimento sustentável. Na opinião da REAG, o simples cumprimento do orçamento aprovado pelo Congresso já é por si só uma forma de mostrar aos mercados o comprometimento do governo em colocar a economia nos trilhos. Contudo, a aprovação da PEC do Teto é um tão quão radical no quesito austeridade fiscal, uma vez que a nova lei constitucional congelará os gastos públicos em termos reais pelos próximos 20 anos, imobilizando o governo de fazer manobras mais ágeis no caso de mudanças abruptas tanto nos ambientes doméstico quanto internacional. Continuar lendo Se PEC do Teto é uma vitória política para Temer, para a economia é uma “camisa de força”

Vendas menores nos supermercados e de combustíveis puxam para baixo perdas do varejo em outubro

As vendas dos supermercados e de combustíveis iniciaram o quarto trimestre com queda acentuada, puxando para baixo o desempenho do setor varejista no Brasil, reiterando a dificuldade de a economia voltar a crescer mesmo diante da descompressão da inflação. Em outubro, as vendas no varejo restrito (descontado o setor automotivo e de material para construção) recuaram 0,8% na comparação com o mês anterior (com ajuste sazonal), quarto mês seguido de perdas e pior leitura para o mês desde 2008, quando houve perdas de 1,1%. As vendas do comércio restrito apresentaram queda de 8,2% na comparação com o mesmo período de 2015, a queda mais forte para outubro nessa base de comparação na série histórica iniciada em 2000. As vendas do varejo restrito acumulam retração de 6,7% no ano e recuo de 6,8% em 12 meses. Continuar lendo Vendas menores nos supermercados e de combustíveis puxam para baixo perdas do varejo em outubro