Possibilidade de volta do kirchnerismo enfraquece ânimo dos investidores e impacto sobre economia brasileira é real

O resultado das primárias das eleições na Argentina deixaram o investidor apreensivo e impacto na economia brasileira é inevitável e real. A magnitude desse impacto, contudo, ainda é difícil de ser mensurado. A Argentina é um parceiro muito importante no setor automobilístico e no Mercosul, por onde pairam preocupações acerca das negociações comerciais com uma guinada política de nossos “hermanos”. Do lado macroeconômico, porém, a magnitude seria menor, já que as exportações para a Argentina representam apenas 5% de nossas vendas externas.
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Agenda Econômica Semanal – 5 a 11 de agosto de 2019

inflação e atividade
Poderemos ter a votação da reforma da previdência em 2º turno na Câmara esta semana. O Congresso volta das férias esta semana, após três semanas de recesso parlamentar. Maia quer votar o segundo turno da Previdência entre amanhã e quinta-feira. A expectativa é de que não haverá surpresas. Mas, apesar das boas perspectivas, o cenário externo ainda deve pesar, com Trump sem dar sinais de que vai amolecer na sua guerra comercial contra a China. A trade war assusta o mundo, leva à queda das bolsas e commodities, à corrida para ativos seguros, e afeta o fluxo dos países emergentes. As apostas sobre o ajuste total dos cortes da Selic este ano serão movimentadas esta semana pela ata do Copom (terça-feira), vendas no varejo em junho (quarta-feira), IPCA de julho (quinta-feira), tudo temperando pelo clima em Brasília. Continuar lendo Agenda Econômica Semanal – 5 a 11 de agosto de 2019

Copom corta Selic para 6%, mas medida isolada é insuficiente para impulsionar economia em 2019: retomada depende de investimento em infraestrutura e tecnologia

Após a aprovação da proposta de reforma da Previdência, em primeiro turno no plenário da Câmara, o Copom se sentiu confortável para cortar a taxa básica de juros, a Selic em 500 pontos-base, para 6,0%, em seu menor patamar histórico desde março do ano passado, – quando permaneceu até hoje em 6,5% ao ano. A decisão do Copom, sobre o corte da Selic foi feito no final da tarde desta quarta-feira, 31 de julho, por decisão unânime dos membros do comitê. A redução, destaca a REAG, tem impacto marginal sobre a recuperação da economia brasileira. Continuar lendo Copom corta Selic para 6%, mas medida isolada é insuficiente para impulsionar economia em 2019: retomada depende de investimento em infraestrutura e tecnologia

Desemprego recua e trabalho com carteira assinada tem 1ª alta significativa em cinco anos, mas subutilização ainda é recorde

A leitura da PNAD Contínua de junho traz esperança, mas ainda não é o momento para que possamos soltar rojões e comemorar: o desemprego recua e as contratações com carteira assinada têm primeira alta significativa em cinco anos, mas o nível de subutilização ainda é recorde.

 A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12% no trimestre encerrado em junho, atingindo 12,8 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (31 de julho de 2019) pelo IBGE. É a terceira queda na comparação com o mês anterior, e representa recuo também em relação ao primeiro trimestre do ano, quando ficou em 12,7%, e em relação ao mesmo período de 2018, quando a taxa foi de 12,4%. Continuar lendo Desemprego recua e trabalho com carteira assinada tem 1ª alta significativa em cinco anos, mas subutilização ainda é recorde

Agenda Econômica Semanal – 29 de julho a 4 de agosto de 2019

A agenda dos mercados é cheia esta semana, com destaque para as reuniões do FED e do Copom, ambas na quarta-feira e ambas com expectativa de corte dos juros. Uma queda da Selic nesta semana é amplamente esperada, para mais uma mínima histórica. Esperamos redução de 0,25 pp na Selic e um comunicado que condicionará as decisões futuras à evolução dos dados econômicos. A dúvida consiste, contudo, na magnitude do corte que será promovido pelo Banco Central. Continuar lendo Agenda Econômica Semanal – 29 de julho a 4 de agosto de 2019

Atenções voltadas à inflação e sondagens empresariais e do consumidor

O IPCA-15 deve mostrar alta de 0,11% em julho. Mais uma vez, o indicador deverá mostrar inflação bem-comportada, com núcleos abaixo de 3,0%. As sondagens poderão apresentar alguma melhora de confiança, mas o patamar ainda seguirá baixo, com diferentes desempenhos entre as percepções de situação atual e as expectativas (melhorando). Continuar lendo Atenções voltadas à inflação e sondagens empresariais e do consumidor

Bolsa x Previdência: “sobe no boato, cai no fato”?

Apesar de o momento tão esperado pelo mercado financeiro brasileiro ter finalmente chegado, na noite desta quarta-feira (10 de julho/2019), com a aprovação do texto-base da reforma da Previdência no plenário da Câmara de Deputados, o Ibovespa opera em queda nesta quinta-feira (11 de julho). Basicamente são dois os motivos que explicam esse recuo, após bater novo recorde no fechamento do dia de ontem: (i) preocupação com a votação dos destaques; (ii) o esperado movimento da Bolsa de “sobe no boato, cai no fato”. Após a grande “vitória”, que mareou os olhos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, além dos destaques, faltam também a aprovação em 2º turno do mesmo texto na Câmara e mais duas rodadas no Senado. E até lá, como o mercado financeiro deve reagir? Continuar lendo Bolsa x Previdência: “sobe no boato, cai no fato”?

Indicadores da produção industrial são os destaques da agenda doméstica

As divulgações mais importantes da agenda econômica doméstica estarão relacionadas à indústria. A produção industrial referente a maio deve ter recuado na comparação mensal. A expectativa da REAG é que a produção industrial recue 0,4% em maio na comparação com o mês anterior. Além disso, a produção de veículos em junho será um importante indicador no fechamento do 2º trimestre. Continuar lendo Indicadores da produção industrial são os destaques da agenda doméstica